
Ele tinha aproximadamente a idade certa para concluir sua profissão(aposentar-se!).
Ela tinha a vida inteira em suas mãos, pés e olhos...
Uma dúvida surgiu com o início do ano, ele sábio por ser professor,logo perguntou..."o que é ser feliz?o que é preciso para ser feliz?"
Vários seres,como de partida falaram!
É ter dinheiro.Casa...Carro do ano,mulheres...
E com o passar das tentativas de "acerto".Ninguém conseguiu satisfazer a pergunta tão fácil de um bom e velho educador.
Até que...Uma menina,aparentemente sonhando acordada e com uma fita vermelha no pescoço respondeu.
SER FELIZ é ser você!
Um silêncio quase que instantâneo tomou conta da sala.O professor então, confirmou o que o silêncio já sabia.SIM minha querida,estas certa.Para a felicidade existir antes de carro e outros adjetivos materiais com dígitos $ .é necessário um sentimento que move montanhas.
A felicidade própria.
O professor terminou sua missão,defendendo inteiramente sua idéia,muitos saíram como entraram,não notaram que aquele foi seu último encontro com o mensageiro.exceto uma garotinha...que já não estava mais com sua fita vermelha no pescoço.
No dia seguinte, parecia que não existia Sol. Um sentimento ruim de perda tomou conta da escola,a menina que tinha abraçado o professor antes de sair da sala e agradecido por dar uma motivação para ela. Em um momento tão difícil,estava com um nó na garganta,ela confirmou o que o dia já tinha avisado antes de acordar.
Ele já não poderia fazer a mesma pergunta no próximo semestre.
Foi ao seu enterro. Antes da última despedida,avistou perto da coroa de rosas um bilhete,que por ele tinha sido escrito.Como ninguém conhecia o nome do destinatário,não pode ser entregue antes de sua partida.
Ela com toda sua força de jovem e timidez pegou o bilhete e reconheceu como sendo para se.
E estava certa. Tinha seu nome... Bem legível. VIDA!
abriu.leu.e com uma lágrima pode responder o que estava escrito.
tirou do evelope,a fita vermelha que tinha deixado cair na sala,e que ele tinha guardado.Ficou sabendo depois de ler os versos.
Ela abaixou, jogou sua única lágrima em direção ao seu mestre de um dia.
Ninguém sabe o que tinha escrito naquela carta, muito menos, de que o mestre tinha morrido. Alguns alunos falaram que era por causa da bebida, outros alegavam sua velhice.
O que muitos não entendem...é que já estava tudo escrito.
Assim como o Sol vai continuar nascendo todas as Manhãs.